terça-feira, 8 de julho de 2008

Alunos que comem em bandejas desperdiçam mais comida


Constatação é de pesquisa feita na USP Ribeirão com cerca de 2 mil alunos.

Estudantes que comem em pratos também aprovam mais o alimento.

Agência Globo

Estudantes que comem em pratos no bandejão da Universidade de São Paulo (USP) desperdiçam menos comida do que os estudantes que comem direto nas bandejas com divisórias. Eles também aprovam mais o alimento servido, em comparação com os estudantes que comem nas bandejas - embora a comida seja a mesma.

Os dados são de um levantamento inédito feito com quase 2 mil alunos nos dois refeitórios da USP, em Ribeirão Preto. Segundo o matemático Vinícius Akira Baba, 30 anos, o estudo contribuirá para o aperfeiçoamento dos restaurantes universitários.

Akira entrevistou os estudantes entre os dias 18 e 27 de setembro do ano passado e também pesou a comida jogada fora pelos alunos após as refeições. Para isso, separou o lixo comum do lixo produzido pelos restos de comida. No Refeitório 1, onde os usuários se servem em bandejas, o desperdício de comida foi maior que no Refeitório 2, onde se utilizam pratos.

O pesquisador não investigou por que as pessoas jogam mais comida fora quando comem nas bandejas. Uma das hipóteses está relacionada ao fato de a bandeja ter vários compartimentos para o alimento ser colocado separadamente e, por isso, o volume de comida pode ser maior.

Aceitação da comidaQuando Akira avaliou a aceitação do alimento, ele constatou que a proporção de usuários que disseram ter gostado da comida foi quase unânime (95%) no refeitório que usa pratos em sete dos nove dias pesquisados. No refeitório de bandejas, a aceitação foi de 88%.

Segundo ele, a pesquisa mostra que a substituição das bandejas por pratos reduz o desperdício de comida. “Essa mudança atenderia dois requisitos importantes, o foco no cliente e o impacto financeiro. Você teria menos rejeição e perderia menos alimentos”, avaliou.

Lara Maldonis, 18, aluna do primeiro ano do curso de biologia da USP Ribeirão, almoça praticamente todos os dias no refeitório que usa prato em vez de bandeja. "Ah, com certeza comer no prato é melhor do que na bandeja. No prato o alimento fica mais bonito, com uma cara mais agradável", disse a estudante, que já se alimentou na bandeja. Já a estudante Marcela de Souza Santos, 24, aluna do doutorado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, come todos os dias no refeitório que usa bandejas e disse que não tem nenhuma crítica. "Nunca comi no refeitório que usa prato, mas para mim é indiferente", disse. Na opinião de Marcela, o desperdício de comida é maior porque a bandeja tem mais espaço. A refeição nos refeitórios da USP custa R$ 1,90. Todos os dias é servido arroz, feijão, salada e uma mistura (carne, peixe ou frango). Os estudantes também têm direito a uma sobremesa ou fruta e a um suco.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Escola São Luiz comemora maior nota no Ideb no Paraná


PMC

Os alunos da Escola Municipal São Luiz, no Água Verde, comemoraram nesta terça-feira (24) o melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Paraná, o que ajudou Curitiba a conquistar o título de melhor ensino básico das capitais brasileiras pelo segundo ano consecutivo. O índice foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na sexta-feira (20).

A Escola São Luiz obteve índice de 7,1, o maior de todas as escolas do Paraná e acima da média de países de primeiro mundo, que é de 6. O índice de Curitiba na avaliação entre alunos da primeira fase do ensino fundamental (1ª a 4ª série) foi de 5,1, o maior entre todas as capitais do País e acima da média nacional, de 4,2.

O desempenho dos 390 alunos foi comemorado com festa e com a visita do prefeito de Curitiba. Participaram da comemoração a secretária municipal da Educação, Eleonora Bonato Fruet; da diretora da Escola São Luiz, Lucélia Cavalcante de Albuquerque; de profissionais da rede municipal da Educação e do deputado estadual Luiz Malucelli Neto.

"Junto com a Escola São Luiz, festejamos o trabalho das 172 escolas que formam a rede municipal de ensino. Esta celebração é resultado do trabalho de milhares de profissionais que fazem parte da educação do Município e que dedicam suas vidas - até mesmo com o envolvimento de familiares - para que Curitiba tenha o melhor ensino do país", disse Eleonora Fruet.

Com 390 alunos de 1ª a 4ª série, a Escola São Luiz possui 14 turmas, sete a cada turno. Além das aulas diárias, as crianças participam de oficinas de geometria, literatura e artes. Um laboratório de informática, com 11 computadores, também faz parte do ensino. A diretora Lucélia atribui o bom desempenho dos alunos no Ideb à dedicação e à seriedade do trabalho desenvolvido pelos profissionais da escola. "Acreditamos no ensino público de qualidade e somos comprometidos com esse propósito", disse. Segundo a diretora, a Escola São Luiz não tem evasão escolar e o índice de repetência é de apenas 6%.

"A gente é o melhor do mundo. Estudamos na escola que tem o melhor ensino do país", disse Gabriel Chimaleski, 10 anos, aluno da 4ª série A. Para Gabriel, a escola tem boas educadoras e espaço para brincadeiras. A preferida: esconde-esconde. Cristina de Souza, colega de turma de Gabriel, também elogia as professoras. "São todas muito atenciosas". Para Gabriel Henrique Corrêa Santos, também da 4ª A, o mais importante é ter o ensino gratuito e de qualidade. "É importante porque ajuda os pais a economizarem".

Dos 390 alunos da Escola São Luiz, 150 são crianças atendidas pelo Lar dos Meninos São Luiz. Filhos de pais carentes, essas crianças estudam na rede municipal pela manhã e a partir das 11h30 são atendidas pelo Lar, que é mantido pela Igreja Católica. No local eles recebem alimentação e participam de várias atividades como balé, pintura em tela, informática, coral e artesanato. No segundo semestre deste ano o judô será substituído pela capoeira.

"Nossas crianças vêm da periferia, junto com os pais que trabalham na região do bairro Água Verde e proximidades. A maioria é diarista e precisa que as crianças sejam atendidas o dia todo", conta a Irmã Iolanda Souza, vice-presidente do Lar dos Meninos. A Irmã Iolanda disse que a diretoria e todos os profissionais do Lar estão comemorando com a Prefeitura o desempenho alcançado pela Escola São Luiz. "Nosso trabalho é uma parceria", garantiu.

Em agradecimento ao trabalho desenvolvido, a secretária Eleonora Fruet entregou à diretora da Escola São Luiz um kit com livros que poderão ser usados pelos professores e alunos. A secretária aproveitou para pedir ao prefeito a implantação de um espaço físico para instalação de uma biblioteca. Na Escola São Luiz, a biblioteca é itinerante e funciona dentro de cada sala de aula.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

XI Seminário de Inverno divulga programação com recorde de trabalhos

UFPG

Dos dias 23 a 27 de Junho, evento reúne, no Campus Central da UEPG, autores de 10 instituições de ensino, representando quatro estados da Federação

A coordenação da XI edição do Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação, que acontece entre os dias 23 e 27 de junho, no Pequeno Auditório da UEPG, divulga hoje a programação final do evento. Neste ano, o Seminário registra o maior número de trabalhos inscritos para apresentação, desde que o evento foi criado em 1998. Dos 31 resumos enviados, até o prazo estipulado, 28 foram enviados em versão integral.

Os trabalhos, inéditos, devem ser publicados, em CD, nos Anais do XI Seminário de Inverno. Os autores têm um tempo de até 20 minutos para apresentação, seguido de debates e questionamentos sobre o conteúdo e abordagem de cada texto. Os 28 trabalhos envolvem cerca de 50 autores/co-autores, representando 10 instituições de ensino superior, representando quatro estados da Federação. As inscrições são gratuitas e todos autores têm direito a um exemplar do CD, sem qualquer custo.

A coordenação do XI Seminário de Inverno confirma ainda importantes conquistas, nas últimas edições do evento, como o apoio do Curso de Especialização em Mídia, Política & Atores Sociais e do Programa de Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas, ambos da UEPG. “Além de consolidar um projeto sem custo para a Instituição, o crescente número de inscrições e de apoio confirma a pertinência, atualidade e importância da proposta”, avalia o coordenador, professor Sérgio Luiz Gadini, do Departamento de Comunicação da UEPG.

Confira, abaixo, a programação completa de todos trabalhos que serão apresentados no Seminário. Interessados em participar, com direito a certificado, devem comprovar um mínimo de 80% de freqüência. As inscrições são gratuitas. Para quem não é autor/co-autor de trabalho, o CD com os Anais do XI Seminário de Inverno custa R$ 5,00. Outras informações podem ser obtidas pelo e-m
agenciadejornalismo@uepg.br e/ou sergiogadini@yahoo.com.br.

XI Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação23 a 27 de Junho de 2008 - Pequeno Auditório da UEPG/Campus Centro

2ª-feira, 23/06/08 – 18:00 horas:- O livro-reportagem como suporte para o jornalismo político (Luiz Paulo Maia - UFPR)
- O ver e ser visto na mídia televisiva: a discussão dos espaços públicos (Paulo Eduardo Silva Lins Cajazeira - FACINTER/UFPR/UNIBRASIL)
- Temas que pautaram a disputa política nas eleições de 2006 na Folha de Londrina
(Ariane Silva Ducati e Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- O papel da mídia na formação do cidadão: uma análise teórico-prática da teoria psicossocial da escolha do voto ( Carolina Filipaki e Maria Lúcia Becker – UEPG)
- Retrato dos temas que pautaram a disputa política pré-eleitoral de 2008, no JM (Alyne Moreira Lemes e Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- Discursos híbridos de resistência à marginalização e à exclusão social (Alnary Nunes Rocha Filho e Andrea Paula dos Santos – UEPG)

3ª-feira, 24/06/08 – 19 horas:- A revolta dos mortos-vivos: possibilidades críticas da mídia sobre a política (Rafael Schoenherr e Rodolfo Stancki - UNIBRASIL)
- Papel e relevância do jornal-laboratório na formação do profissional em Jornalismo ( Paulo César Franco Gomes e Marcelo Engel Bronosky - UEPG)
- Disputa entre notícias soft e hard news na política e variedades na primeira página
(Isadora Camargo, Gisele Barão, Natália Cancian e Emerson Urizzi Cervi – UEPG)
- Tematização da violência na primeira página dos jornais diários (Priscila Santana Caldeira, Francielle Farias Konofal, Gisele Manjurma e Emerson Urizzi Cervi - UEPG)
- As manchetes como espelho dos jornais diários (Ana Paula Hedler, Emerson Urizzi Cervi, Camila Fama e Wanessa Assi Bolzan - UEPG)

4ª-feira, 25/06/08 – 19 horas:- Evo Morales e a evocação de Che Guevara: O espetáculo político midiático na versão on line do jornal El Deber (Bolívia) - Anaelson Leandro de Sousa (UESB)
- Cultura audiovisual no MST: práticas e percepções de resistência à globalização e de construção de uma nova cultura política (Alexandra Filipak e Andrea Paula dos Santos – UEPG)
- Regionalização e identidade Paranaense: uma análise do telejornal regional da RPC nos Campos Gerais (Christian Miguel da Silva, Gabriel Mayer Wagner e Irvana Chemin Branco – UEPG)
- Leitura da primeira página do Diário dos Campos e o Jornal da Manhã (Alyne Moreira Lemes, Rafael Ribeiro Ferreira, Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- Violência e imprensa: a cobertura d' O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil no caso do menino João Hélio Fernandes e da adolescente Priscila Aprígio ( Priscila Santana Caldeira e Kelly Prudencio – UEPG)
- Rádio, recepção e memória: a relação rádio/ouvinte na 'era de ouro' do meio (Hebe Goncalves – UEPG)

5ª-feira, 26/06/08 – 19 horas:- A presença das fontes nas capas dos jornais Diário dos Campos e Jornal da Manhã (Cíntia Xavier da Silva Pinto e Manoel Moabis - UEPG)
- A apropriação da linguagem jornalística e o ativismo político dos Centros de Mídia Independente no Brasil (Christian Miguel da Silva, Larissa Sartori e Kelly Prudencio – UEPG)
- Tematização nas primeiras páginas de jornais de circulação nacional e regional (Aline Brandalise, Emerson Urizzi Cervi, Nataniel Zanferrari e Gabriel Spenassatto - UEPG)
- Política editorial de primeira página: uma análise comparativa entre periódicos com distintas áreas de abrangência (Aline Louize Deliberali Rosso, Emerson Urizzi Cervi, Camila Tavares e Beatriz - UEPG)
- Retratos da disputa política na primeira página dos jornais diários (Ana Paula Hedler, Natália Cancian, Emerson Urizzi Cervi - UEPG)

6ª-feira, 27/06/08 – 19 horas:- O Poder da Imagem ou a Imagem do Poder na mídia? (João Somma Neto - UFPR)
- A mídia alternativa na construção de políticas identitárias (Karina Janz Woitowicz - UEPG)
- A Comunicação Persuasiva do Jingle Político ( Silvia Thais De Poli – UTP)
- Ativismo político on-line: Mobilização e ação perlocutória (Kelly Prudencio - UFPR)
- Uma cobertura (superficial) do jornal Diário de Guarapuava sobre a política do município (Ádlia Chaves Tavares, Francielli Cristina Campiolo e Scheyla Joanne Horst - UNICENTRO)
- Varejo virtual de departamento: Algumas barreiras e sucessos Thais Lopes - UMESP)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Unicuritiba fecha convênio com Universidade de Portugal

IEME Comunicação

O coordenador do curso de Direito do UNICURITIBA Roberto Di Benedetto firmou esta semana um convênio com a Universidade Lusíada de Portugal. Os alunos brasileiros poderão estudar na Universidade portuguesa, assim como os europeus em Curitiba. Para acertar os detalhes, a professora da instituição e diretora do Instituto Lusíada para o Direito do Meio Ambiente, Branca da Cruz esteve no câmpus da Chile e conversou com os estudantes interessados no intercâmbio cultural. Branca começou falando da Convenção de Bolonha, processo adotado há dois anos pela União Européia para a unificação do ensino superior europeu e explicou que a mobilidade estudantil tem crescido em todo o mundo. Os alunos do UNICURITIBA poderão estudar um semestre ou um ano em Lisboa ou na cidade do Porto, e terão de pagar as despesas com alimentação e hospedagem. Dessa forma, os estudantes brasileiros podem escolher as disciplinas que tenham equivalência com as ministradas aqui, além de adquirirem uma cultura diferente e morar em outro país. Os portugueses também serão recebidos em Curitiba para conhecerem o Direito brasileiro e as instalações da instituição. O ano letivo da Universidade portuguesa começa em setembro. Outras informações podem ser obtidas com a coordenação do curso de Direito.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Ex-aluno ganha atenção de universidades privadas


Pesquisa mostra que 47% delas já têm programa para os formados, que inclui descontos, uso da biblioteca e ajuda no mercado de trabalho

Agência Estado

As universidades privadas brasileiras começam a descobrir o poder do ex-aluno. Comuns principalmente nos Estados Unidos, os programas de relacionamento com formados já existem em 47% das instituições particulares de ensino superior do País.

Ao organizar eventos para eles, dar descontos e até ajudar no direcionamento da carreira de ex-estudantes, as universidades garantem o fortalecimento da marca da instituição, crucial em um mercado cada mais vez concorrido.

"Os alunos de hoje vão casar, ter filhos, as instituições começam a pensar no futuro. Isso começa a ser importante na época de vacas magras", diz o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mario Rodrigues.

A entidade é a responsável pela pesquisa que mostra o crescimento dos programas para egressos, hoje visto como uma estratégia de marketing. Segundo o estudo, feito com 211 instituições do Brasil, 38% delas oferecem descontos para novos cursos e permissão para uso de biblioteca ou laboratórios. Outras 24% acompanham a situação do ex-aluno no mercado e 13% o ajudam efetivamente a arrumar um bom emprego.

O Ibmec São Paulo começou em 2002 um programa com eventos anuais, uso da biblioteca e permissão para assistir a aulas aos ex-alunos. Neste ano, passou também a oferecer um trabalho de direcionamento de carreira gratuito. "O compromisso escola é o de desenvolver o aluno, e isso continua depois que ele sai daqui", diz a gerente de desenvolvimento de carreira do Ibmec, Maria Ester Pires da Cruz. Ela explica que a instituição tem convidado seus ex-alunos para serem mentores dos atuais e ajudá-los a desenvolver competências, clarear interesses e se preparar para o mercado de trabalho.

Outro trabalho é o de oferecer um atendimento direto ao ex-aluno que precisa de ajuda em sua carreira. Osmar Jesus Martins, de 42 anos, cursou MBA no Ibmec e, depois de formado, recebeu aconselhamento da instituição para se reposicionar no mercado. "Discutimos meu currículo, as experiências e pude me abrir para outras áreas de atuação", conta ele.

"Esse tipo de programa vai logo ser considerado uma vantagem competitiva", diz o especialista e consultor da área de educação superior Carlos Monteiro. A empregabilidade do aluno faz parte do que ele chama de "ciclo contínuo" na relação entre o estudante e a universidade. "O testemunho do aluno é muito importante para a valorização da marca."

Na Fundação Getúlio Vargas (FGV), há conferências mensais para ex-alunos com professores da instituição sobre temas atuais. "O vínculo é importante para que o ex-aluno empregue os atuais, mande seus funcionários fazerem cursos aqui ou compre cursos in company", diz o professor da instituição Jacques Gelman. Além disso, um dos objetivos da FGV, que tem cerca de 100 mil ex-estudantes, é o de conseguir doações para seu fundo de bolsas, que garante a graduação de jovens carentes na instituição.

Esse tipo de estratégia é comum nas universidades americanas, que sobrevivem pela força de seus ex-alunos. A Universidade Harvard, por exemplo, que já formou cerca de 300 mil pessoas de vários países, recebeu US$ 34 bilhões em doações no ano passado. Lá, há diversos clubes, viagens e outros eventos para ex-alunos. "Harvard tem muita sorte de ter ex-alunos e amigos pelo mundo que se preocupam profundamente com a missão de ensino e pesquisa da universidade", disse a diretora de relações institucionais de Harvard, Ellen Sullivan.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Acesso abre inscrições para Semi-Extensivo

Curso prepara alunos para o processo seletivo da UFPR

IEME Comunicação

Quem deseja prestar o vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e ainda não começou a se preparar deve ficar atento. O Curso e Colégio Acesso já está com as inscrições abertas para o Semi-Extensivo.
As aulas são direcionadas para as provas do vestibular da UFPR. O Colégio oferece também aulas de aprimoramento nas disciplinas específicas para a segunda fase da UFPR. No Acesso os estudantes têm assistência, aulas de revisão e simulados para garantir um bom desempenho no final do ano.
As aulas terão início no dia 21 de julho com turmas pela manhã, tarde e noite.
CURSO E COLÉGIO ACESSO
Fone / Fax: (41) 3016-2629 ou 3016-2682

Unicuritiba abre processos de transferência

IEME Comunicação

Estão abertas as inscrições para as transferências de inverno do Centro Universitário Curitiba. São ofertadas 556 vagas para os cursos de graduação. Dessas vagas, 25 são para Direito diurno e as inscrições podem ser feitas do dia 1º de junho ao dia 1º de julho pela internet.
A taxa para o curso de Direito é de R$20,00 e a prova será dia 9 de julho às 19 horas no câmpus da Rua Chile. A seleção para os demais cursos: Administração, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e superiores de tecnologia: Gestão da Produção Industrial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Logística e Marketing será feita por análise de currículo.
A taxa é de R$50,00 e o prazo para se inscrever é do dia 1º de junho ao dia 15 de julho também pela internet. Os resultados serão divulgados dia 14 de julho, às 16 horas nos dois campi da instituição e às 18 horas no site do UNICURITIBA.
Outras informações: www.unicuritiba.edu.br.

sábado, 31 de maio de 2008

UFPR adquire dois prédios da União

Rádio CBN

O edifício Teixeira Soares, na esquina da rua João Negrão com a avenida Sete de Setembro, junto da Ponte Preta, na boca do Rebouças, vai abrigar parte do administrativo, incluindo todas as pró-reitorias da instituição. Ainda há um estudo de transferir para lá os setores de Comunicação e Design. A área é de 14 mil metros quadrados. Já o antigo prédio do Crea-PR, localizado na esquina entre as duas Marechais, vai abrigar o Centro de Visão e as demais unidades da área de saúde.

De acordo com o pró-reitor de planejamento, orçamento e finanças, Paulo Yamamoto, o investimento para a manutenção e reformas vem de verbas federais, adquiridas com o Reuni, o programa de reestruturação e expansão das instituições federais de ensino superior.

Com a extinção oficial da Rede, há exatamente um ano (31/05/2007), o imóvel passou a ser da União, e quem administrava era o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional. Recentemente, o Ministério do Planejamento autorizou o repasse para a UFPR, que disputava a posse do prédio com o Tribunal Regional do Trabalho.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Comunicação em pauta

IEME Comunicação

O INTERCOM SUL (Encontro de Estudos Interdisciplinares da Comunicação), que ocorre entre os dias 29 e 31 de maio, na cidade de Guarapuava, promete ser um dos maiores eventos regionais do ano. São esperadas mais de 1.400 pessoas entre estudantes e profissionais da comunicação de diversas cidades brasileiras e também do exterior.

Na programação da sexta-feira (30), o publicitário Ricardo Schrappe, sócio-proprietário da Fuego Comunicação Criativa, participa do painel sobre “Publicidade, Consumo e Meio Ambiente” juntamente com o publicitário e fotógrafo Marcos Hermes e a professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo Gisela Grangeiro Castro.

Exposições de fotos, oficinas, workshops e mostra paralela de trabalhos também poderão ser conferidas pelos participantes. Veja todas as informações e a programação completa do Intercom Sul no site: www.unicentro.br/intercomsul2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Universitários poderão ser obrigados a freqüentar 85% das aulas para serem aprovados


Agência Senado

Cerca de 900 mil estudantes universitários brasileiros faltam às aulas todos os dias. Esse prejuízo acadêmico e financeiro poderá diminuir caso o Congresso Nacional aprove o Projeto de Lei do Senado (PLS) 387/2007, que obriga o estudante a freqüentar 85% dos dias letivos de cada disciplina para ser aprovado.

A matéria está na pauta da reunião que a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza nesta terça-feira (27), a partir das 11h. Se for aprovada, seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados, já que regimentalmente a decisão tem caráter terminativo, não necessitando ir ao Plenário do Senado, a não ser em caso de recurso.

Apresentado em junho do ano passado pelo então senador Wilson Matos (PSDB-PR), suplente de Alvaro Dias (PSDB-PR), o projeto estabelece mudanças na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/1996). Segundo Matos, esta é vaga em relação à freqüência no ensino superior - determina apenas que o ano letivo se constituirá de "duzentos dias de trabalho acadêmico efetivo" e que "a freqüência é obrigatória".

É a Resolução CFE nº 4/1986 que estabelece a freqüência mínima de 75% em cada disciplina do ensino superior, mesmo percentual fixado pela lei de diretrizes para o ensino básico. Isto quer dizer, que o estudante pode faltar a 25% das aulas. Conforme os cálculos de Matos, que tem formação em matemática e é reitor do Centro Universitário de Maringá (Cesumar), a média de faltas no ensino superior é de 18% em média.

- O Brasil é um dos únicos países que permite ao aluno perder um quarto das aulas todos os anos - disse o reitor à Agência Senado nesta sexta-feira (23). Segundo ele, nos Estados Unidos só é permitido a um estudante universitário faltar a 14 aulas por ano, e com justificativa. No Japão, a ausência só pode ocorrer por motivo de doença.

Matos estima que embora a Lei de Diretrizes estipule um mínimo de 200 horas de atividade acadêmica por ano, na maior parte das instituições a carga efetiva gira entre 150 e 180 horas por ano, porque parte da carga é gasta em trabalhos fora da sala e reuniões pedagógicas. Com as faltas, esse número fica ainda menor, o que piora o desempenho dos estudantes e se reflete numa sociedade com baixo preparo intelectual e desempenho econômico aquém do exigido. Uma prova disso seria a baixa capacidade de inovação tecnológica no país.

- O modelo da educação brasileira é muito permissivo. Precisamos nos converter ao conhecimento - critica o reitor, que associa à frieza das estatísticas a imagem ilustrativa dos estacionamentos que lotam apenas nos dias de prova.

De acordo com ele, na cultura das universidades brasileiras a falta não é vista como algo relevante por alunos e professores, que encontram vários expedientes para acomodar a situação. Um exemplo é a fotocópia das anotações de colegas, quando não a permissão para que a lista de presença seja assinada por outra pessoa.

- É preciso manter o aluno em sala de aula e fazer com que o professor cobre dele a assimilação do conteúdo - defendeu Matos.

Em sua universidade, os 200 dias letivos são atingidos com a redução a das férias de julho a apenas dez dias.

O projeto recebeu voto pela aprovação de seu relator, o senador Romeu Tuma (PTB-SP). Da pauta da CE constam outros 20 itens.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Apogeu abre inscrições para Super Intensivo

Curso prepara alunos para o vestibular de inverno da UTFPR

IEME Comunicação

Quem deseja prestar o vestibular de inverno da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) deve ficar atento. A primeira fase do processo seletivo está marcada para o dia 21 de junho e a segunda para o dia 22 de junho. O Curso Apogeu, líder em aprovação na UTFPR, já está com as inscrições abertas para o Super Intensivo. O curso é direcionado exclusivamente para as provas da UTFPR, com carga horária maior nas disciplinas exatas (física, química e matemática). O Super Intensivo do Apogeu tem inicio no dia 02 de junho, com duração de três semanas. São ofertadas turmas no período da manhã e noite. O curso inclui todo o material didático, aulas de véspera, de revisões e de assistência.

PROVAS DA UTFPR
As inscrições para o processo seletivo da UTFPR seguem até 30 de maio e devem ser feitas somente pela internet (www. utfpr.edu.br). A taxa de inscrição é de R$ 75.
CURSO APOGEU
Fone / Fax: (41) 3015-9694 Av. Visconde de Guarapuava, 3414 Curitiba – PR

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Ex-aluno ganha atenção de universidades privadas


Pesquisa mostra que 47% delas já têm programa para os formados, que inclui descontos, uso da biblioteca e ajuda no mercado de trabalho

Agência Estado

As universidades privadas brasileiras começam a descobrir o poder do ex-aluno. Comuns principalmente nos Estados Unidos, os programas de relacionamento com formados já existem em 47% das instituições particulares de ensino superior do País.

Ao organizar eventos para eles, dar descontos e até ajudar no direcionamento da carreira de ex-estudantes, as universidades garantem o fortalecimento da marca da instituição, crucial em um mercado cada mais vez concorrido.

"Os alunos de hoje vão casar, ter filhos, as instituições começam a pensar no futuro. Isso começa a ser importante na época de vacas magras", diz o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mario Rodrigues.

A entidade é a responsável pela pesquisa que mostra o crescimento dos programas para egressos, hoje visto como uma estratégia de marketing. Segundo o estudo, feito com 211 instituições do Brasil, 38% delas oferecem descontos para novos cursos e permissão para uso de biblioteca ou laboratórios. Outras 24% acompanham a situação do ex-aluno no mercado e 13% o ajudam efetivamente a arrumar um bom emprego.

O Ibmec São Paulo começou em 2002 um programa com eventos anuais, uso da biblioteca e permissão para assistir a aulas aos ex-alunos. Neste ano, passou também a oferecer um trabalho de direcionamento de carreira gratuito. "O compromisso escola é o de desenvolver o aluno, e isso continua depois que ele sai daqui", diz a gerente de desenvolvimento de carreira do Ibmec, Maria Ester Pires da Cruz. Ela explica que a instituição tem convidado seus ex-alunos para serem mentores dos atuais e ajudá-los a desenvolver competências, clarear interesses e se preparar para o mercado de trabalho.

Outro trabalho é o de oferecer um atendimento direto ao ex-aluno que precisa de ajuda em sua carreira. Osmar Jesus Martins, de 42 anos, cursou MBA no Ibmec e, depois de formado, recebeu aconselhamento da instituição para se reposicionar no mercado. "Discutimos meu currículo, as experiências e pude me abrir para outras áreas de atuação", conta ele.

"Esse tipo de programa vai logo ser considerado uma vantagem competitiva", diz o especialista e consultor da área de educação superior Carlos Monteiro. A empregabilidade do aluno faz parte do que ele chama de "ciclo contínuo" na relação entre o estudante e a universidade. "O testemunho do aluno é muito importante para a valorização da marca."

Na Fundação Getúlio Vargas (FGV), há conferências mensais para ex-alunos com professores da instituição sobre temas atuais. "O vínculo é importante para que o ex-aluno empregue os atuais, mande seus funcionários fazerem cursos aqui ou compre cursos in company", diz o professor da instituição Jacques Gelman. Além disso, um dos objetivos da FGV, que tem cerca de 100 mil ex-estudantes, é o de conseguir doações para seu fundo de bolsas, que garante a graduação de jovens carentes na instituição.

Esse tipo de estratégia é comum nas universidades americanas, que sobrevivem pela força de seus ex-alunos. A Universidade Harvard, por exemplo, que já formou cerca de 300 mil pessoas de vários países, recebeu US$ 34 bilhões em doações no ano passado. Lá, há diversos clubes, viagens e outros eventos para ex-alunos. "Harvard tem muita sorte de ter ex-alunos e amigos pelo mundo que se preocupam profundamente com a missão de ensino e pesquisa da universidade", disse a diretora de relações institucionais de Harvard, Ellen Sullivan.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

MEC anuncia critérios para autorizar cursos de medicina

Entre eles, estão a existência de um hospital-escola próprio ou conveniado por período mínimo de dez anos

Agência Estado

O Ministério da Educação divulgou uma lista de critérios que terão de ser levados em conta para a autorização do funcionamento de novos cursos de medicina no Brasil. Entre eles, estão a existência de um hospital-escola próprio ou conveniado por período mínimo de dez anos, na mesma localidade do curso e com programa de residência médica reconhecido. Outros fatores são a integração do curso ao SUS e a tradição da instituição na oferta de cursos na área de saúde. Os títulos e a formação dos professores do curso também estão entre os critérios, bem como o número de alunos por professor.

Em nota distribuída pelo MEC, o secretário de Educação Superior do ministério, Ronaldo Mota, afirma que os critérios poderão ajudar na melhoria da qualidade do ensino médico, afirmando que poderão ser tomadas medidas como a suspensão de processos seletivos ou a determinação da diminuição de vagas em cursos considerados inadequados.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Prefeitura abre licitação para reforma da Casa do Estudante


PMC

A Prefeitura abriu nesta terça-feira (8) o edital de licitação para as obras de restauração da Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU). Será a primeira reforma do prédio da CEU, inaugurado em 1956, pelo então presidente da República Juscelino Kubitschek.

"A Casa do Estudante faz parte da história de Curitiba, do Paraná e do Brasil, pois nela viveram importantes lideranças, que ajudaram a construir o país. Mas, acima de tudo, a Casa do Estudante tem importância social, porque facilita aos jovens o acesso ao ensino universitário", afirma o prefeito Beto Richa.

A reforma será feita pela Prefeitura, com investimento de R$ 3,67 milhões, recursos do Município. O convênio para a reforma foi assinado em junho de 2007 por Richa e pelo ex-presidente da Fundação Casa do Estudante Universitário, Bohdan Metchko Filho.

Durante dez meses, serão reformados os cinco pavimentos e o subsolo do prédio. Estão programados serviços de restauros; recuperação da estrutura; modernização dos sistemas de prevenção, hidráulicos, elétricos e telefônicos; implantação de rede lógica e internet; troca de esquadrias, implantação de rampas de acesso, elevadores e a reforma geral na cozinha. "Este prédio jamais passou por uma reforma geral e, por falta de recursos, as manutenções eram precárias. Com a reforma, a casa ganhará uma sobrevida e poderá operar em sua capacidade máxima", afirma o secretário de Obras Públicas, Mario Tookuni.

Atualmente, a CEU abriga 270 moradores, abaixo de sua capacidade de 400 moradores. "Por ter locais deteriorados, tivemos que fechar espaços. A reforma permitirá ampliar o número de vagas e dar oportunidade para mais universitários, melhorando a qualidade de vida de quem mora na CEU", afirma Jeulliano Pedroso, atual presidente da Fundação Casa do Estudante Universitário.

Uma das reformas que afetará diretamente a vida dos universitários é a da cozinha, que hoje está interditada, obrigando os estudantes a comerem no Restaurante Universitário. A nova cozinha será construída obedecendo às normas sanitárias e dando mais conforto aos funcionários, que ganharão banheiros e espaço para descanso.

Também está programada a recuperação dos elevadores internos, que dão acesso aos quartos e espaços privados. Está prevista a implantação de outro elevador para a área externa. Também serão construídas rampas de acesso e equipamentos para pessoas com deficiência. Para ajudar na economia, será construída uma cisterna, que coletará água das chuvas para ser usada nos serviços de limpeza.

Auto-sustentável

O projeto do arquiteto Mauro Magnabosco, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), permitirá que a CEU obtenha receitas extras, para ajudar a manter a casa. O projeto prevê a criação de espaços para locação. Um deles é o auditório, que terá capacidade para receber peças de teatros, apresentações de bandas, palestras, oficinas e formaturas. Também será possível locar os quartos de visitas para delegações de estudantes que vierem a Curitiba para palestras ou no período das provas do vestibular. Será construída uma pousada no terraço, para abrigar os parentes dos universitários, que ficariam hospedados, pagando pelo quarto.

O projeto vai preservar a arquitetura do prédio, mantendo as características originais. A proposta é adotar a mesma linguagem arquitetônica empregada pela Companhia Construtora Nacional, a mesma empresa que construiu o Colégio Estadual do Paraná. O edifício foi um dos primeiros prédios públicos com características modernistas em Curitiba. Com a frente para o Colégio Estadual do Paraná, a CEU também oferece uma visão privilegiada na parte dos fundos, onde está o Passeio Público.

A Casa já abrigou 20 mil rapazes e conquistou o título de maior instituição para estudantes da América Latina. Entre seus antigos moradores, alguns estudantes que viriam a fazer parte da história política do Paraná, como o ex-prefeito de Londrina e ex-governador José Richa, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, o vice-governador Orlando Pessuti, e o ex-ministro Borges da Silveira.

Os editais da concorrência nacional estão à venda na Secretaria Municipal de Obras Públicas (rua Emílio de Menezes, 450) até o dia 8 de maio. A abertura das propostas será no dia 12 de maio, às 9h30.

Reforma da Casa do Estudante Universitário do Paraná

Investimento previsto: R$ 3.667.804,70

Melhorias: Serão reformados os cinco pavimentos e subsolo do prédio. Estão programados serviços de restauros; recuperação da estrutura; modernização dos sistemas de prevenção, hidráulicos, elétricos e telefônicos; implantação de rede lógica e internet; troca de esquadrias, implantação de rampas de acesso, elevadores e a reforma geral na cozinha.

Prazo da licitação: 90 dias

Colégios públicos do Paraná vão ter reforço de internet com banda larga

Agência Estadual

Os colégios estaduais do Paraná vão ter a capacidade de conexão com a internet ampliada. Isso se tornará possível por meio do programa Banda Larga do Ministério da Educação (MEC). O Ministério firmou uma parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia, nesta terça-feira (8), para instalar internet banda larga em 56.685 colégios da rede pública de educação do país até 2010.

Segundo o MEC, nos próximos três anos, todas as escolas públicas com mais de 50 alunos terão laboratórios de informática com internet banda larga. Até junho deste ano, a rede deve estar instalada em duas mil instituições de ensino do país.

Pela parceria, as operadoras de telefonia ofertarão gratuitamente às escolas, até 2025, velocidade de um megabit de download, que será ampliada periodicamente para manter a qualidade e atualidade do serviço. Já a distribuição de computadores é realizada pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), do MEC.

Segundo Elizabete Santos, diretora de Tecnologias Educacionais da Secretaria da Educação do Paraná, cerca de 550 instituições de ensino público no Paraná vão receber a conexão ainda neste ano. “Nós, da rede estadual, que contamos com o programa Paraná Digital, teremos a nossa capacidade de conexão ampliada”, destacou.

De acordo com ela, o programa Paraná Digital já instalou laboratórios de informática, ligados à internet por meio de fibra óptica da Copel, em mais de 1930 colégios estaduais. Os laboratórios paranaenses utilizam a tecnologia Multiterminal, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, que possibilita que um computador transforme-se em quatro estações de trabalho simultâneo.

O programa Proinfo já distribuiu 828 laboratórios de informática para escolas paranaenses, sendo 237 em 2007 e 591 em 2008, destes 507 em colégios da rede estadual. Segundo Elizabete, os colégios estaduais contemplados tanto pelo laboratório do Paraná Digital quanto pelo laboratório do MEC são os que oferecem o ensino profissionalizante.

Em 45 dias internet banda larga começa a ser instalada em escolas públicas

Agência Brasil

Ao lançar ontem (8) o programa Banda Larga nas Escolas, no Palácio do Planalto, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que a iniciativa vai garantir igualdade de oportunidade a milhões de brasileiros.

“O acesso ao conhecimento que esses alunos terão e a possibilidade inclusive de você fazer aulas e distribuir pela internet é a garantia de que nós iremos melhorar o nível do conteúdo escolar brasileiro”, afirmou.

Ao contrário do habitual nas cerimônias de lançamento de programas governamentais no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não discursou. Entre os ministros, além de Dilma, discursaram o titular da pasta das Comunicações, Hélio Costa, e o da Educação, Fernando Haddad.

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, informou que em 45 dias a internet banda larga - conexão rápida - começa ser instalada em escolas públicas do ensino básico.

Até junho, segundo ainda Sardenberg, a internet banda larga deve estar instalada em 2,1 mil escolas, e a meta é atingir 56,7 mil escolas públicas das áreas urbanas até 2010.

A instalação acontecerá de forma gradual, sendo 40% esse ano, outros 40% em 2009 e os 20% restantes em 2010.

Segundo Sardenberg, a velocidade, que atualmente é de um megabit, será ampliada para dois megabits a partir de janeiro de 2011, e periodicamente revista.

“Essas capacidades serão revistas semestralmente de modo a assegurar às escolas uma oferta de velocidade equivalente a melhor oferta comercialmente direcionada ao público em geral”, explicou.

A diretora da Escola Municipal Marília de Dirceu, em Tiradentes (MG), Maria Greice Conceição, onde o projeto piloto do programa foi implantado, afirmou que a introdução da internet na escola foi fundamental para despertar o interesse de alunos e professores.

Segundo ela, antes o equipamento multimídia da escola se resumia a uma televisão e um vídeo, mas agora há um laboratório com 20 computadores.

“Reafirmo que a informatização eleva o índice de qualidade do ensino”, disse.

O programa é uma parceria do governo federal com quatro operadoras de telefonia: Telefônica, Brasil Telecom, Cercontel e Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC).

O alcance da parceria é restrito a escolas urbanas. De acordo com o Ministério da Educação, cerca de 15 mil escolas rurais serão atendidas com banda larga em 2008 e 2009 por outra iniciativa do Ministério das Comunicações.

domingo, 6 de abril de 2008

MEC quer mudar português já em 2009

Agência Folha

Uma comissão do MEC elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009.

A reforma prevê, entre outros pontos, o fim do trema e de acentos em palavras como vôo, herói, idéia e assembléia do vocabulário dos países de língua portuguesa.

A proposta da Colip (Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa) ainda tem que ser submetida ao ministro Fernando Haddad (Educação), aos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e à Presidência.

Ela prevê um prazo de três anos para a transição entre a ortografia atual e a prevista pela reforma. Nesse intervalo, as duas normas vigorariam.

Segundo Godofredo de Oliveira Neto, presidente da comissão, a partir do dia 31 de dezembro de 2011, todos os livros didáticos, provas para concurso e vestibulares teriam que estar submetidos às novas regras.

Em comunicado enviado no começo do mês a editoras de livros didáticos, o MEC já exigiu que as obras enviadas às escolas públicas estejam adequadas às mudanças em 2010.

O projeto da comissão prevê ainda a elaboração de um vocabulário da língua portuguesa no Brasil de acordo com as novas regras. Ele seria produzido pela Academia Brasileira de Letras, em conjunto com especialistas dos outros países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).

O acordo ortográfico foi firmado em 1991 e aprovado pelo Congresso no Brasil em 1995. Em tese, ele já está em vigor, uma vez que tem, como previsto, a assinatura de três países da CPLP -além do Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

A implementação da reforma, porém, era adiada pelo governo brasileiro devido à não-ratificação por Portugal.

A situação mudou quando, no início do mês, o conselho de ministros do país anunciou o desejo de aderir à reforma --a decisão, porém, ainda tem que ser aprovada pelo Legislativo.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Faculdade aprova pesquisa de uso de inibidor sexual em pedófilos

Agência Folha

O Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (Grande São Paulo), aprovou um projeto de pesquisa sobre o uso de medicamentos em pedófilos, a chamada "castração química" --termo popular para o tratamento com hormônios femininos que tentam reduzir o desejo sexual em pessoas com histórico de pedofilia. O efeito é temporário.

O coordenador do comitê, o pneumologista Elie Fiss, afirmou que a pesquisa foi apresentada pelo setor de psiquiatria e aprovada, mas com algumas modificações. O projeto deve voltar à mesa do comitê no dia 9, para eventual chancela.

À Folha Online Elie Fiss disse que as mudanças pedidas pelos membros do comitê são "de caráter ético e metodológico". Ele afirmou que, se houvesse algo grave ou irregular no pedido, a pesquisa teria sido "rejeitada" de imediato.
O comitê é composto por 30 pessoas --médicos, juristas, enfermeiros e membros da comunidade e outros profissionais.

Histórico O projeto foi apresentado depois que o professor-assistente de psiquiatria da faculdade, e doutor pela USP, Danilo Baltieri, declarou ao jornal "O Estado de S.Paulo", em outubro, que administrava hormônios a um pedófilo --com autorização por escrito do próprio doente.

Após a declaração, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) abriu um procedimento sobre o caso, que ainda não está concluído. Segundo a Folha Online apurou, o órgão não deverá apontar irregularidade no tratamento.

Pesquisas apontam que medicar leva à redução na reincidência de pedófilos entre 30% e 70%. Nenhuma delas é definitiva. O uso de medicamento contra o comportamento pedófilo é feito na Europa e em Estados norte-americanos.

Procurado pela reportagem, o psiquiatra Baltieri informou que não falaria sobre o assunto.

Inscrições para o Enem 2008 começam no dia 5 de maio

Inep informou que o prazo vai até o dia 30 de maio.

Prova será aplicada no dia 31 de agosto.

Agência Globo

As inscrições para a edição 2008 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem ) no dia 5 de maio e vão até o dia 30 do mesmo mês. As provas serão aplicadas em 31 de agosto em cerca de 1,4 mil municípios. As datas foram informadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pela realização do exame.

O exame é voluntário e é aplicado aos alunos que já terminaram (egressos) e para aqueles que estão terminando (concluintes) os estudos do ensino médio em 2008.

A tem 63 questões de múltipla escolha sobre o ensino e médio e uma redação. A nota do Enem é usada no processo seletivo de diversas universidade do país e também é um dos critérios para conseguir uma bolsa de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni), do Governo federal. Mais informações podem ser obtidas no site do Enem

Aumento das médiasSegundo o Inep, em 2007 os alunos tiveram as maiores médias nas questões objetivas dos últimos cinco anos. Na parte composta por 63 testes, os estudantes do país obtiveram média de 51,52, em cem pontos possíveis – bem maior do que em 2006, quando a nota média foi de 36,90.

Também aumentou a diferença de notas entre estudantes da rede particular e da rede pública na parte objetiva do exame. Nesse ano, alunos da rede particular do país atingiram a nota de 68,04 nas questões objetivas, ao passo que a rede pública teve média de 49,20, levando a uma diferença de 18,84 pontos. Em 2006, essa diferença foi de 15,63 pontos (em cem).

Na redação, o desempenho geral foi melhor na edição de 2007: a nota média no Brasil ficou em 55,99 e na edição do ano passado foi de 52,08. A consulta dos candidatos ao boletim individual está disponível no site do Inep.

O Enem no ProUniO Enem é requisito obrigatório para quem quer tentar bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni), do Governo federal. É preciso o aluno ter média da prova objetiva e da redação de no mínimo 45 para poder pleitear vaga no programa. Como a concorrência é grande, quanto maior for a nota do candidato, maior a chance de ele conseguir uma bolsa.

O programa dá bolsas totais e parciais, de 50% ou 25% do valor da mensalidade, para estudantes de baixa renda que não tenham formação em curso superior. A bolsa integral é dirigida a estudantes que possuam renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já a parcial, é para aqueles que tenham renda familiar, per capta, de até três salários mínimos.

Há ainda uma bolsa que paga 25% da mensalidade do curso para alunos cuja renda da família seja de até três salários mínimos por pessoa, e que cursem graduações com mensalidade no valor máximo de R$ 200.

MEC cria nova modalidade de bolsa de estudos para universitários

Portaria criou a bolsa complementar, que financiará 25% da mensalidade dos cursos.
Fies poderá financiar os 75% restantes para alunos matriculados em cursos prioritários.

Agência Globo

O Ministério da Educação (MEC) criou uma nova modalidade de bolsa de estudos para estudantes de instituições particulares de ensino superior: a partir de agora as instituições cadastradas no Programa Universidade para Todos (ProUni) poderão oferecer uma bolsa complementar, que financiará 25% dos estudos do aluno. A nova regra foi publicada em uma portaria no "Diário Oficial da União" desta terça-feira (1º).

Segundo a portaria, as bolsas de estudo complementares de 25% de desconto serão oferecidas adicionalmente às bolsas do ProUni (que garantem ao estudante redução de 50% ou de 100% do valor da mensalidade). De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação Superior (SeSu), as bolsas complementares não fazem parte do ProUni, apenas usarão os mesmos critérios no momento da seleção de estudantes.

Só poderão oferecer esta modalidade de bolsa de estudo as instituições de ensino superior cadastradas no ProUni. O benefício será oferecido exclusivamente a estudantes ingressantes não-portadores de diploma de curso superior com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.

Fies pode financiar os 75% restantes Paralelamente à bolsa de 25%, o estudante matriculados nos cursos definidos como prioritários pelo MEC poderá financiar os 75% restantes da mensalidade pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies ). Os candidatos matriculados em cursos não-prioritários poderão financiar 50% da mensalidade pelo Fies. A nova regra também foi publicada nesta terça-feira (1º) no "Diário Oficial da União".

São considerados cursos prioritários aqueles de licenciatura em química, física, matemática e biologia; cursos de graduação em engenharias; medicina; geologia e cursos superiores de tecnologia que constem no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do MEC.

Outras mudanças no FiesO MEC publicou uma portaria no sábado (29) editando novas regras para o Fies. Pelas novas regras, o estudante universitário que tiver bolsa de 50% no ProUni vai poder financiar os outros 50% pelo Fies, conquistando 100% de financiamento estuantil.

Os juros do programa também ficarão menores. Passam de 9% para até 3,5% ao ano, dependendo do curso. Além disso, o prazo para começar a pagar o financiamento foi aumentado: depois de formado o aluno terá seis meses para começar a pagar as prestações. Antes, ele tinha apenas 30 dias. E o prazo para quitar a o empréstimo também está maior, passou de dois para cinco anos.

O estudante que não tiver um bem como garantia, poderá ser avalizado por outros cinco alunos também participantes do programa. O governo estuda ainda o financiamento de 100% das mensalidades se o estudante se dispuser a trabalhar, depois de formado, em cidades do interior do país.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Grupo Dom Bosco é vendido para empresa de São Paulo

Rádio CBN

A companhia Seb (Sistema Educacional Brasileiro) anunciou na sexta-feira a compra de 93,4% do capital da DBI INVESTIMENTOS S.A. (responsável pelo Grupo Dom Bosco) Curitiba.

A compra inclui as cotas relativas à Educação Básica, com aproximadamente 8.000 alunos matriculados em 2008; o Ensino Superior, com 3.000 alunos matriculados em 2008 e a Editora Matesc Material Escolar Ltda., fornecedora de conteúdo educacional para aproximadamente 105.000 alunos através de mais de 500 escolas parceiras.

O valor total da aquisição foi de R$ 94,5 milhões. Cinqüenta por cento foram pagos no fechamento do contrato, na sexta-feira, e o restante deverá ser quitado em 2 parcelas iguais, com vencimentos em 30 e 60 dias da data da operação.

O Grupo Dom Bosco - Curitiba, tem 45 anos de atuação e é uma das maiores instituições de ensino da Região Sul do Brasil.

Novas regras do Fies ampliam o prazo para quitação do financiamento

Mudanças visam aumentar o acesso de jovens à universidade e reduzir a evasão.
Governo estuda ainda o financiamento de 100% das mensalidades.

Agência Globo

O ministro da Educação, Fernando Haddad anunciou no Rio de Janeiro, as novas regras do Financiamento Estudantil (Fies). Para o ministro, a medida poderá aumentar o acesso de jovens à universidade e reduzir a evasão. As novas medidas ampliaram o prazo para quitação do financiamento para duas vezes o período de duração do curso. Para estimular a matrícula em cursos definidos como prioritários pelo MEC, a taxa de juros do Fies para licenciaturas, pedagogia, normal superior e tecnologia caiu de 6,5% para 3,5%.

Outra mudança está a permissão para que os bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni) que tenham bolsas parciais de até 50% possam financiar a outra metade da mensalidade. Depois de formado, o aluno tem seis meses para começar a pagar as prestações. Antes, ele tinha apenas 30 dias.

O governo estuda ainda o financiamento de 100% das mensalidades se o estudante se dispuser a trabalhar, depois de formado, em cidades do interior do país.

O prazo para quitar a o empréstimo também está maior, passou de dois para cinco anos. O estudante que não tiver um bem como garantia, poderá ser avalizado por outros cinco alunos também participantes do programa.

Haddad anunciou oficialmente as mudanças durante sua participação no Fórum Mundial de Educação da Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, que tem como tema este ano a educação cidadã. Só no Rio de Janeiro, o MEC estima em 3.092 o número de alunos que têm bolsa parcial de 50% da mensalidade. Pela manhã, o ministro visitou as obras do campus da extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) em Nova Iguaçu ao lado do prefeito Lindberg Farias (PT). A unidade oferecerá cursos de administração, turismo, economia, história, pedagogia e matemática e deverá atrair estudantes de toda a Baixada Fluminense.

sábado, 29 de março de 2008

MEC quer mudar português já em 2009

Agência Folha

Uma comissão do MEC elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009.

A reforma prevê, entre outros pontos, o fim do trema e de acentos em palavras como vôo, herói, idéia e assembléia do vocabulário dos países de língua portuguesa.

A proposta da Colip (Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa) ainda tem que ser submetida ao ministro Fernando Haddad (Educação), aos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e à Presidência.

Ela prevê um prazo de três anos para a transição entre a ortografia atual e a prevista pela reforma. Nesse intervalo, as duas normas vigorariam.

Segundo Godofredo de Oliveira Neto, presidente da comissão, a partir do dia 31 de dezembro de 2011, todos os livros didáticos, provas para concurso e vestibulares teriam que estar submetidos às novas regras.

Em comunicado enviado no começo do mês a editoras de livros didáticos, o MEC já exigiu que as obras enviadas às escolas públicas estejam adequadas às mudanças em 2010.

O projeto da comissão prevê ainda a elaboração de um vocabulário da língua portuguesa no Brasil de acordo com as novas regras. Ele seria produzido pela Academia Brasileira de Letras, em conjunto com especialistas dos outros países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).

O acordo ortográfico foi firmado em 1991 e aprovado pelo Congresso no Brasil em 1995. Em tese, ele já está em vigor, uma vez que tem, como previsto, a assinatura de três países da CPLP -além do Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

A implementação da reforma, porém, era adiada pelo governo brasileiro devido à não-ratificação por Portugal.

A situação mudou quando, no início do mês, o conselho de ministros do país anunciou o desejo de aderir à reforma --a decisão, porém, ainda tem que ser aprovada pelo Legislativo.