quarta-feira, 25 de junho de 2008

Escola São Luiz comemora maior nota no Ideb no Paraná


PMC

Os alunos da Escola Municipal São Luiz, no Água Verde, comemoraram nesta terça-feira (24) o melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Paraná, o que ajudou Curitiba a conquistar o título de melhor ensino básico das capitais brasileiras pelo segundo ano consecutivo. O índice foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na sexta-feira (20).

A Escola São Luiz obteve índice de 7,1, o maior de todas as escolas do Paraná e acima da média de países de primeiro mundo, que é de 6. O índice de Curitiba na avaliação entre alunos da primeira fase do ensino fundamental (1ª a 4ª série) foi de 5,1, o maior entre todas as capitais do País e acima da média nacional, de 4,2.

O desempenho dos 390 alunos foi comemorado com festa e com a visita do prefeito de Curitiba. Participaram da comemoração a secretária municipal da Educação, Eleonora Bonato Fruet; da diretora da Escola São Luiz, Lucélia Cavalcante de Albuquerque; de profissionais da rede municipal da Educação e do deputado estadual Luiz Malucelli Neto.

"Junto com a Escola São Luiz, festejamos o trabalho das 172 escolas que formam a rede municipal de ensino. Esta celebração é resultado do trabalho de milhares de profissionais que fazem parte da educação do Município e que dedicam suas vidas - até mesmo com o envolvimento de familiares - para que Curitiba tenha o melhor ensino do país", disse Eleonora Fruet.

Com 390 alunos de 1ª a 4ª série, a Escola São Luiz possui 14 turmas, sete a cada turno. Além das aulas diárias, as crianças participam de oficinas de geometria, literatura e artes. Um laboratório de informática, com 11 computadores, também faz parte do ensino. A diretora Lucélia atribui o bom desempenho dos alunos no Ideb à dedicação e à seriedade do trabalho desenvolvido pelos profissionais da escola. "Acreditamos no ensino público de qualidade e somos comprometidos com esse propósito", disse. Segundo a diretora, a Escola São Luiz não tem evasão escolar e o índice de repetência é de apenas 6%.

"A gente é o melhor do mundo. Estudamos na escola que tem o melhor ensino do país", disse Gabriel Chimaleski, 10 anos, aluno da 4ª série A. Para Gabriel, a escola tem boas educadoras e espaço para brincadeiras. A preferida: esconde-esconde. Cristina de Souza, colega de turma de Gabriel, também elogia as professoras. "São todas muito atenciosas". Para Gabriel Henrique Corrêa Santos, também da 4ª A, o mais importante é ter o ensino gratuito e de qualidade. "É importante porque ajuda os pais a economizarem".

Dos 390 alunos da Escola São Luiz, 150 são crianças atendidas pelo Lar dos Meninos São Luiz. Filhos de pais carentes, essas crianças estudam na rede municipal pela manhã e a partir das 11h30 são atendidas pelo Lar, que é mantido pela Igreja Católica. No local eles recebem alimentação e participam de várias atividades como balé, pintura em tela, informática, coral e artesanato. No segundo semestre deste ano o judô será substituído pela capoeira.

"Nossas crianças vêm da periferia, junto com os pais que trabalham na região do bairro Água Verde e proximidades. A maioria é diarista e precisa que as crianças sejam atendidas o dia todo", conta a Irmã Iolanda Souza, vice-presidente do Lar dos Meninos. A Irmã Iolanda disse que a diretoria e todos os profissionais do Lar estão comemorando com a Prefeitura o desempenho alcançado pela Escola São Luiz. "Nosso trabalho é uma parceria", garantiu.

Em agradecimento ao trabalho desenvolvido, a secretária Eleonora Fruet entregou à diretora da Escola São Luiz um kit com livros que poderão ser usados pelos professores e alunos. A secretária aproveitou para pedir ao prefeito a implantação de um espaço físico para instalação de uma biblioteca. Na Escola São Luiz, a biblioteca é itinerante e funciona dentro de cada sala de aula.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

XI Seminário de Inverno divulga programação com recorde de trabalhos

UFPG

Dos dias 23 a 27 de Junho, evento reúne, no Campus Central da UEPG, autores de 10 instituições de ensino, representando quatro estados da Federação

A coordenação da XI edição do Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação, que acontece entre os dias 23 e 27 de junho, no Pequeno Auditório da UEPG, divulga hoje a programação final do evento. Neste ano, o Seminário registra o maior número de trabalhos inscritos para apresentação, desde que o evento foi criado em 1998. Dos 31 resumos enviados, até o prazo estipulado, 28 foram enviados em versão integral.

Os trabalhos, inéditos, devem ser publicados, em CD, nos Anais do XI Seminário de Inverno. Os autores têm um tempo de até 20 minutos para apresentação, seguido de debates e questionamentos sobre o conteúdo e abordagem de cada texto. Os 28 trabalhos envolvem cerca de 50 autores/co-autores, representando 10 instituições de ensino superior, representando quatro estados da Federação. As inscrições são gratuitas e todos autores têm direito a um exemplar do CD, sem qualquer custo.

A coordenação do XI Seminário de Inverno confirma ainda importantes conquistas, nas últimas edições do evento, como o apoio do Curso de Especialização em Mídia, Política & Atores Sociais e do Programa de Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas, ambos da UEPG. “Além de consolidar um projeto sem custo para a Instituição, o crescente número de inscrições e de apoio confirma a pertinência, atualidade e importância da proposta”, avalia o coordenador, professor Sérgio Luiz Gadini, do Departamento de Comunicação da UEPG.

Confira, abaixo, a programação completa de todos trabalhos que serão apresentados no Seminário. Interessados em participar, com direito a certificado, devem comprovar um mínimo de 80% de freqüência. As inscrições são gratuitas. Para quem não é autor/co-autor de trabalho, o CD com os Anais do XI Seminário de Inverno custa R$ 5,00. Outras informações podem ser obtidas pelo e-m
agenciadejornalismo@uepg.br e/ou sergiogadini@yahoo.com.br.

XI Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação23 a 27 de Junho de 2008 - Pequeno Auditório da UEPG/Campus Centro

2ª-feira, 23/06/08 – 18:00 horas:- O livro-reportagem como suporte para o jornalismo político (Luiz Paulo Maia - UFPR)
- O ver e ser visto na mídia televisiva: a discussão dos espaços públicos (Paulo Eduardo Silva Lins Cajazeira - FACINTER/UFPR/UNIBRASIL)
- Temas que pautaram a disputa política nas eleições de 2006 na Folha de Londrina
(Ariane Silva Ducati e Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- O papel da mídia na formação do cidadão: uma análise teórico-prática da teoria psicossocial da escolha do voto ( Carolina Filipaki e Maria Lúcia Becker – UEPG)
- Retrato dos temas que pautaram a disputa política pré-eleitoral de 2008, no JM (Alyne Moreira Lemes e Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- Discursos híbridos de resistência à marginalização e à exclusão social (Alnary Nunes Rocha Filho e Andrea Paula dos Santos – UEPG)

3ª-feira, 24/06/08 – 19 horas:- A revolta dos mortos-vivos: possibilidades críticas da mídia sobre a política (Rafael Schoenherr e Rodolfo Stancki - UNIBRASIL)
- Papel e relevância do jornal-laboratório na formação do profissional em Jornalismo ( Paulo César Franco Gomes e Marcelo Engel Bronosky - UEPG)
- Disputa entre notícias soft e hard news na política e variedades na primeira página
(Isadora Camargo, Gisele Barão, Natália Cancian e Emerson Urizzi Cervi – UEPG)
- Tematização da violência na primeira página dos jornais diários (Priscila Santana Caldeira, Francielle Farias Konofal, Gisele Manjurma e Emerson Urizzi Cervi - UEPG)
- As manchetes como espelho dos jornais diários (Ana Paula Hedler, Emerson Urizzi Cervi, Camila Fama e Wanessa Assi Bolzan - UEPG)

4ª-feira, 25/06/08 – 19 horas:- Evo Morales e a evocação de Che Guevara: O espetáculo político midiático na versão on line do jornal El Deber (Bolívia) - Anaelson Leandro de Sousa (UESB)
- Cultura audiovisual no MST: práticas e percepções de resistência à globalização e de construção de uma nova cultura política (Alexandra Filipak e Andrea Paula dos Santos – UEPG)
- Regionalização e identidade Paranaense: uma análise do telejornal regional da RPC nos Campos Gerais (Christian Miguel da Silva, Gabriel Mayer Wagner e Irvana Chemin Branco – UEPG)
- Leitura da primeira página do Diário dos Campos e o Jornal da Manhã (Alyne Moreira Lemes, Rafael Ribeiro Ferreira, Sérgio Luiz Gadini - UEPG)
- Violência e imprensa: a cobertura d' O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil no caso do menino João Hélio Fernandes e da adolescente Priscila Aprígio ( Priscila Santana Caldeira e Kelly Prudencio – UEPG)
- Rádio, recepção e memória: a relação rádio/ouvinte na 'era de ouro' do meio (Hebe Goncalves – UEPG)

5ª-feira, 26/06/08 – 19 horas:- A presença das fontes nas capas dos jornais Diário dos Campos e Jornal da Manhã (Cíntia Xavier da Silva Pinto e Manoel Moabis - UEPG)
- A apropriação da linguagem jornalística e o ativismo político dos Centros de Mídia Independente no Brasil (Christian Miguel da Silva, Larissa Sartori e Kelly Prudencio – UEPG)
- Tematização nas primeiras páginas de jornais de circulação nacional e regional (Aline Brandalise, Emerson Urizzi Cervi, Nataniel Zanferrari e Gabriel Spenassatto - UEPG)
- Política editorial de primeira página: uma análise comparativa entre periódicos com distintas áreas de abrangência (Aline Louize Deliberali Rosso, Emerson Urizzi Cervi, Camila Tavares e Beatriz - UEPG)
- Retratos da disputa política na primeira página dos jornais diários (Ana Paula Hedler, Natália Cancian, Emerson Urizzi Cervi - UEPG)

6ª-feira, 27/06/08 – 19 horas:- O Poder da Imagem ou a Imagem do Poder na mídia? (João Somma Neto - UFPR)
- A mídia alternativa na construção de políticas identitárias (Karina Janz Woitowicz - UEPG)
- A Comunicação Persuasiva do Jingle Político ( Silvia Thais De Poli – UTP)
- Ativismo político on-line: Mobilização e ação perlocutória (Kelly Prudencio - UFPR)
- Uma cobertura (superficial) do jornal Diário de Guarapuava sobre a política do município (Ádlia Chaves Tavares, Francielli Cristina Campiolo e Scheyla Joanne Horst - UNICENTRO)
- Varejo virtual de departamento: Algumas barreiras e sucessos Thais Lopes - UMESP)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Unicuritiba fecha convênio com Universidade de Portugal

IEME Comunicação

O coordenador do curso de Direito do UNICURITIBA Roberto Di Benedetto firmou esta semana um convênio com a Universidade Lusíada de Portugal. Os alunos brasileiros poderão estudar na Universidade portuguesa, assim como os europeus em Curitiba. Para acertar os detalhes, a professora da instituição e diretora do Instituto Lusíada para o Direito do Meio Ambiente, Branca da Cruz esteve no câmpus da Chile e conversou com os estudantes interessados no intercâmbio cultural. Branca começou falando da Convenção de Bolonha, processo adotado há dois anos pela União Européia para a unificação do ensino superior europeu e explicou que a mobilidade estudantil tem crescido em todo o mundo. Os alunos do UNICURITIBA poderão estudar um semestre ou um ano em Lisboa ou na cidade do Porto, e terão de pagar as despesas com alimentação e hospedagem. Dessa forma, os estudantes brasileiros podem escolher as disciplinas que tenham equivalência com as ministradas aqui, além de adquirirem uma cultura diferente e morar em outro país. Os portugueses também serão recebidos em Curitiba para conhecerem o Direito brasileiro e as instalações da instituição. O ano letivo da Universidade portuguesa começa em setembro. Outras informações podem ser obtidas com a coordenação do curso de Direito.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Ex-aluno ganha atenção de universidades privadas


Pesquisa mostra que 47% delas já têm programa para os formados, que inclui descontos, uso da biblioteca e ajuda no mercado de trabalho

Agência Estado

As universidades privadas brasileiras começam a descobrir o poder do ex-aluno. Comuns principalmente nos Estados Unidos, os programas de relacionamento com formados já existem em 47% das instituições particulares de ensino superior do País.

Ao organizar eventos para eles, dar descontos e até ajudar no direcionamento da carreira de ex-estudantes, as universidades garantem o fortalecimento da marca da instituição, crucial em um mercado cada mais vez concorrido.

"Os alunos de hoje vão casar, ter filhos, as instituições começam a pensar no futuro. Isso começa a ser importante na época de vacas magras", diz o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mario Rodrigues.

A entidade é a responsável pela pesquisa que mostra o crescimento dos programas para egressos, hoje visto como uma estratégia de marketing. Segundo o estudo, feito com 211 instituições do Brasil, 38% delas oferecem descontos para novos cursos e permissão para uso de biblioteca ou laboratórios. Outras 24% acompanham a situação do ex-aluno no mercado e 13% o ajudam efetivamente a arrumar um bom emprego.

O Ibmec São Paulo começou em 2002 um programa com eventos anuais, uso da biblioteca e permissão para assistir a aulas aos ex-alunos. Neste ano, passou também a oferecer um trabalho de direcionamento de carreira gratuito. "O compromisso escola é o de desenvolver o aluno, e isso continua depois que ele sai daqui", diz a gerente de desenvolvimento de carreira do Ibmec, Maria Ester Pires da Cruz. Ela explica que a instituição tem convidado seus ex-alunos para serem mentores dos atuais e ajudá-los a desenvolver competências, clarear interesses e se preparar para o mercado de trabalho.

Outro trabalho é o de oferecer um atendimento direto ao ex-aluno que precisa de ajuda em sua carreira. Osmar Jesus Martins, de 42 anos, cursou MBA no Ibmec e, depois de formado, recebeu aconselhamento da instituição para se reposicionar no mercado. "Discutimos meu currículo, as experiências e pude me abrir para outras áreas de atuação", conta ele.

"Esse tipo de programa vai logo ser considerado uma vantagem competitiva", diz o especialista e consultor da área de educação superior Carlos Monteiro. A empregabilidade do aluno faz parte do que ele chama de "ciclo contínuo" na relação entre o estudante e a universidade. "O testemunho do aluno é muito importante para a valorização da marca."

Na Fundação Getúlio Vargas (FGV), há conferências mensais para ex-alunos com professores da instituição sobre temas atuais. "O vínculo é importante para que o ex-aluno empregue os atuais, mande seus funcionários fazerem cursos aqui ou compre cursos in company", diz o professor da instituição Jacques Gelman. Além disso, um dos objetivos da FGV, que tem cerca de 100 mil ex-estudantes, é o de conseguir doações para seu fundo de bolsas, que garante a graduação de jovens carentes na instituição.

Esse tipo de estratégia é comum nas universidades americanas, que sobrevivem pela força de seus ex-alunos. A Universidade Harvard, por exemplo, que já formou cerca de 300 mil pessoas de vários países, recebeu US$ 34 bilhões em doações no ano passado. Lá, há diversos clubes, viagens e outros eventos para ex-alunos. "Harvard tem muita sorte de ter ex-alunos e amigos pelo mundo que se preocupam profundamente com a missão de ensino e pesquisa da universidade", disse a diretora de relações institucionais de Harvard, Ellen Sullivan.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Acesso abre inscrições para Semi-Extensivo

Curso prepara alunos para o processo seletivo da UFPR

IEME Comunicação

Quem deseja prestar o vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e ainda não começou a se preparar deve ficar atento. O Curso e Colégio Acesso já está com as inscrições abertas para o Semi-Extensivo.
As aulas são direcionadas para as provas do vestibular da UFPR. O Colégio oferece também aulas de aprimoramento nas disciplinas específicas para a segunda fase da UFPR. No Acesso os estudantes têm assistência, aulas de revisão e simulados para garantir um bom desempenho no final do ano.
As aulas terão início no dia 21 de julho com turmas pela manhã, tarde e noite.
CURSO E COLÉGIO ACESSO
Fone / Fax: (41) 3016-2629 ou 3016-2682

Unicuritiba abre processos de transferência

IEME Comunicação

Estão abertas as inscrições para as transferências de inverno do Centro Universitário Curitiba. São ofertadas 556 vagas para os cursos de graduação. Dessas vagas, 25 são para Direito diurno e as inscrições podem ser feitas do dia 1º de junho ao dia 1º de julho pela internet.
A taxa para o curso de Direito é de R$20,00 e a prova será dia 9 de julho às 19 horas no câmpus da Rua Chile. A seleção para os demais cursos: Administração, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e superiores de tecnologia: Gestão da Produção Industrial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Logística e Marketing será feita por análise de currículo.
A taxa é de R$50,00 e o prazo para se inscrever é do dia 1º de junho ao dia 15 de julho também pela internet. Os resultados serão divulgados dia 14 de julho, às 16 horas nos dois campi da instituição e às 18 horas no site do UNICURITIBA.
Outras informações: www.unicuritiba.edu.br.